Randel Carlock apresenta o planejamento paralelo, que aborda necessidades da empresa e da família simultaneamente.
Professor do Insead, Randel Carlock defende que os melhores negócios equilibram razão e emoção e mantêm a perspectiva de longo prazo. São, portanto, “profissionalmente emocionais”. Para auxiliar na busca desse estado, Carlock propõe o “planejamento paralelo”, que trata tanto as demandas da família como dos negócios, evitando conflitos.
Essa forma de planejamento contempla cinco esferas de decisões, seja na instância da companhia, seja da família:
1. Valores: cultura da empresa e valores da família;
2. Visão: visão de negócios e contribuição da família para eles;
3. Planejamento: estratégia de negócios, participação dos familiares e sucessão;
4. Investimento: capital financeiro e capital humano e familiar;
5. Governança: conselho de administração, reuniões e acordos familiares.
Carlock ressaltou que a governança empresarial alinha a tomada de decisão, pois amplia a participação ao promover a comunicação, gera informações precisas e oportunas, faz com que os acordos sejam uniformementes aplicados, facilita a modificação de acordos e cria a cultura da justiça na família e na empresa.
fonte: http://www.hsm.com.br
Professor do Insead, Randel Carlock defende que os melhores negócios equilibram razão e emoção e mantêm a perspectiva de longo prazo. São, portanto, “profissionalmente emocionais”. Para auxiliar na busca desse estado, Carlock propõe o “planejamento paralelo”, que trata tanto as demandas da família como dos negócios, evitando conflitos.
Essa forma de planejamento contempla cinco esferas de decisões, seja na instância da companhia, seja da família:
1. Valores: cultura da empresa e valores da família;
2. Visão: visão de negócios e contribuição da família para eles;
3. Planejamento: estratégia de negócios, participação dos familiares e sucessão;
4. Investimento: capital financeiro e capital humano e familiar;
5. Governança: conselho de administração, reuniões e acordos familiares.
Carlock ressaltou que a governança empresarial alinha a tomada de decisão, pois amplia a participação ao promover a comunicação, gera informações precisas e oportunas, faz com que os acordos sejam uniformementes aplicados, facilita a modificação de acordos e cria a cultura da justiça na família e na empresa.
fonte: http://www.hsm.com.br
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