Professor reflete sobre o que é uma vida boa para um membro de família empresária.
Embora considere difícil definir felicidade, John Davis aborda o tema levando em conta as escolhas dos herdeiros da empresa familiar. Para o palestrante, é preciso ponderar se será possível construir a vida que se deseja considerando o sistema da empresa familiar, que consiste nas esferas da propriedade, da família e do negócio.
Para iniciar a reflexão, Davis relatou o caso de um herdeiro que se tornou sucessor aos 22 anos porque o pai morrera. Contudo, nessa época, ele estudava violino, e a música clássica era sua maior paixão. Resignado, assumiu os negócios da família. Conta-se que levou o violino para o escritório e, nos primeiros anos, quando se chateava, ia para o canto da sala que tinha sido de seu pai e tocava. Com o tempo, passou a tocar cada vez menos, até que parou. Abriu mão de seu sonho sem nunca ter amado a função que lhe foi atribuída, nem se queixado.
Davis questiona: “Teria sido melhor para ele dizer que faria outra coisa de sua vida? Qual é o certo: atender necessidades dos outros ou as próprias? O que é uma vida boa?”. Não há resposta certa para tais indagações. O professor apenas comenta: “Uma das coisas mais tristes que vejo é gente de talento não levando adiante sua paixão”.
fonte: http://www.hsm.com.br
Embora considere difícil definir felicidade, John Davis aborda o tema levando em conta as escolhas dos herdeiros da empresa familiar. Para o palestrante, é preciso ponderar se será possível construir a vida que se deseja considerando o sistema da empresa familiar, que consiste nas esferas da propriedade, da família e do negócio.
Para iniciar a reflexão, Davis relatou o caso de um herdeiro que se tornou sucessor aos 22 anos porque o pai morrera. Contudo, nessa época, ele estudava violino, e a música clássica era sua maior paixão. Resignado, assumiu os negócios da família. Conta-se que levou o violino para o escritório e, nos primeiros anos, quando se chateava, ia para o canto da sala que tinha sido de seu pai e tocava. Com o tempo, passou a tocar cada vez menos, até que parou. Abriu mão de seu sonho sem nunca ter amado a função que lhe foi atribuída, nem se queixado.
Davis questiona: “Teria sido melhor para ele dizer que faria outra coisa de sua vida? Qual é o certo: atender necessidades dos outros ou as próprias? O que é uma vida boa?”. Não há resposta certa para tais indagações. O professor apenas comenta: “Uma das coisas mais tristes que vejo é gente de talento não levando adiante sua paixão”.
fonte: http://www.hsm.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário