Eu assistia a um stand up na tv, dia desses, quando o
comediante disse: “Até os meus oito anos de idade, eu achava que o meu
nome fosse ‘seu burro’ porque é assim que meu pai me chamava o tempo
todo”.
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Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é simplicidade. É autor do livro Torta de Chocolate não Mata a Fome – Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos (Ed. nVersos, 2012). Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814 1473
As palavras têm poder. Elas criam ou destróem mundos inteiros.
Assim como um pai
reforça a autoconfiança e a autoestima do filho através dos termos que
emprega no relacionamento com ele, um chefe também ganha ou perde o
funcionário dependendo dos elogios e repreensões que efetua.
O problema está em
entender que um elogio no trabalho nada tem a ver com atributos pessoais
do colaborador. Não se trata de dizer se ele é bom ou mau, bonito ou
feio, educado ou não. Estes são julgamentos subjetivos. Do mesmo modo,
uma repreensão jamais deve ser feita sobre situações pessoais do
funcionário – especialmente num tempo em que processos por danos morais
já são corriqueiros.
Tanto o elogio quanto a
repreensão se fundamentam num único padrão de medida: os objetivos
estabelecidos para a função que o funcionário exerce.
Quando ele é flagrado desempenhando seu papel com eficiência, o chefe
deve fazer-lhe um elogio pela atitude que o flagrou desempenhando. E
quando o funcionário se distancia do procedimento ou contradiz o que foi
estabelecido em seus objetivos, ele é repreendido e instruído – ou
treinado – a fazer o que se espera dele. Detalhe importante: em ambas as
situações, espera-se que o chefe confirme sua confiança no funcionário,
assim como sua certeza de que ele é competente para repetir ou
abandonar a atitude em que foi flagrado.
A conclusão é que sem
objetivos claros e mensuráveis que descrevam e possibilitem treinamento
na função, nem elogios e nem repreensões terão bases na objetividade e,
portanto, não funcionarão. Isto acabará significando desentendimentos,
ineficiência e confusões frequentes. Quem perde? O chefe, o funcionário e
a equipe. Quem paga a conta? Como sempre: a empresa.__
Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é simplicidade. É autor do livro Torta de Chocolate não Mata a Fome – Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos (Ed. nVersos, 2012). Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou (43) 8814 1473
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