Professor de Desing Thinking explica que não basta ensinar alunos
a pensar, mas sim criar ambientes propícios à adaptação, transformação e
mudança inevitável
A vida contemporânea é mais complexa do que imaginávamos. As certezas estão evaporando cada vez mais rapidamente. Os recentes algoritmos não resolvem a desordem da economia mundial. A única certeza é a imprevisibilidade acelerada das mudanças. Ou nos preparamos para uma adaptação às transformações, ou então ficaremos parados à beira desse tempo volátil.
Como professor de Design Thinking, disciplina que está sendo testada na ESPM-RJ desde 2010, fico entusiasmado com seus resultados. Trata-se de uma metodologia pragmática e colaborativa, completamente aberta às novas ideias e experiências, mas principalmente baseada em prototipagens rápidas e iterativas.
Já escutamos diversas vezes a ideia de que precisamos ensinar os alunos a pensar. Devemos fazer mais do que isso. É necessário criar um ambiente propício à adaptação, à transformação, à mudança inevitável dos modelos de negócios e do próprio ensino. Administrei um curso de Design Thinking na ESPM que conseguiu projetar, em um intenso processo colaborativo e interdisciplinar, um ambiente mais adequado ao aprendizado criativo. Nosso desafio inicial foi: Onde vocês gostariam de aprender? A partir disso, os próprios alunos desenvolveram um projeto que foi apresentado à diretoria da ESPM.
O conceito dos ambientes mais flexíveis, iluminados e coloridos foi adaptado à realidade da reforma do prédio da pós-graduação e o sétimo andar já está pronto para abrigar novas experiências educacionais. Os participantes dos cursos ficam entusiasmados com a “sala divertida’’ que pode servir de incentivo a qualquer disciplina. A experiência coletiva foi feita com bom humor, emoção intensa e a prática explícita e coletiva do design. Costumo dizer que o Design Thinking é solidário, e não solitário.
Rique Nitzsche é professor de Desing Thinking da Pós-Graduação da ESPM-RJ.
Portal HSM
A vida contemporânea é mais complexa do que imaginávamos. As certezas estão evaporando cada vez mais rapidamente. Os recentes algoritmos não resolvem a desordem da economia mundial. A única certeza é a imprevisibilidade acelerada das mudanças. Ou nos preparamos para uma adaptação às transformações, ou então ficaremos parados à beira desse tempo volátil.
Como professor de Design Thinking, disciplina que está sendo testada na ESPM-RJ desde 2010, fico entusiasmado com seus resultados. Trata-se de uma metodologia pragmática e colaborativa, completamente aberta às novas ideias e experiências, mas principalmente baseada em prototipagens rápidas e iterativas.
Já escutamos diversas vezes a ideia de que precisamos ensinar os alunos a pensar. Devemos fazer mais do que isso. É necessário criar um ambiente propício à adaptação, à transformação, à mudança inevitável dos modelos de negócios e do próprio ensino. Administrei um curso de Design Thinking na ESPM que conseguiu projetar, em um intenso processo colaborativo e interdisciplinar, um ambiente mais adequado ao aprendizado criativo. Nosso desafio inicial foi: Onde vocês gostariam de aprender? A partir disso, os próprios alunos desenvolveram um projeto que foi apresentado à diretoria da ESPM.
O conceito dos ambientes mais flexíveis, iluminados e coloridos foi adaptado à realidade da reforma do prédio da pós-graduação e o sétimo andar já está pronto para abrigar novas experiências educacionais. Os participantes dos cursos ficam entusiasmados com a “sala divertida’’ que pode servir de incentivo a qualquer disciplina. A experiência coletiva foi feita com bom humor, emoção intensa e a prática explícita e coletiva do design. Costumo dizer que o Design Thinking é solidário, e não solitário.
Rique Nitzsche é professor de Desing Thinking da Pós-Graduação da ESPM-RJ.
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