O sol caminha sem que o vejas mover-se. E vem o entardecer e anoitece. Estás de novo em casa. Passou um dia.
Olhas-te ao espelho, um dia e outro, e não te vês crescer. É também assim que crescem as árvores e que o Inverno se torna Primavera e que a natureza produz flores e frutos, lagos e montanhas.
Pouco a pouco. Devagar. Sem que se note.
Há uma paciência imensa em tudo o que te rodeia. Um labor silencioso que alcança sempre os seus objetivos.
Pouco a pouco.
Uma semente pequena faz-se árvore grande com o tempo. E fica ali no seu lugar, sólida e generosa. Um dia, vens e abrigas-te à sua sombra. Mas essa sombra é uma obra de arte que esteve escondida por muito tempo e não pudeste acompanhar.
Não seria acertado que, na tua vida, desejasses a sombra refrescante ou as flores, ou os frutos sem que tivesse havido antes a semente aparentemente imóvel no lençol silencioso da terra, aquele sugar lento de minerais, a alternância repetida das estações.
Há uma grande sabedoria em saber esperar. Não me refiro a uma espera feita de inatividade e de indolência, mas àquela outra que é preenchida por pequenos passos firmes iluminados pela esperança.
Olhas-te ao espelho, um dia e outro, e não te vês crescer. É também assim que crescem as árvores e que o Inverno se torna Primavera e que a natureza produz flores e frutos, lagos e montanhas.
Pouco a pouco. Devagar. Sem que se note.
Há uma paciência imensa em tudo o que te rodeia. Um labor silencioso que alcança sempre os seus objetivos.
Pouco a pouco.
Uma semente pequena faz-se árvore grande com o tempo. E fica ali no seu lugar, sólida e generosa. Um dia, vens e abrigas-te à sua sombra. Mas essa sombra é uma obra de arte que esteve escondida por muito tempo e não pudeste acompanhar.
Não seria acertado que, na tua vida, desejasses a sombra refrescante ou as flores, ou os frutos sem que tivesse havido antes a semente aparentemente imóvel no lençol silencioso da terra, aquele sugar lento de minerais, a alternância repetida das estações.
Há uma grande sabedoria em saber esperar. Não me refiro a uma espera feita de inatividade e de indolência, mas àquela outra que é preenchida por pequenos passos firmes iluminados pela esperança.
Nenhum comentário:
Postar um comentário