Não existe apagão de talentos, não existe falta de talentos. Existem “muros” entre áreas de domínio das gerênciais, atuando sobre seus recursos humanos como “propriedade privada” e não permitindo que outras ideias possam penetrar os limites que a circundam
O tema da fuga de talentos tem sido objeto de análise em pesquisas (já foi tratado aqui neste blog). Foi destaque entre as preocupações colocadas pelos participantes e palestrantes do CONARH 2011.
Talentos são fundamentais para resultados e para o desenvolvimento sustentável de qualquer organização. Se por um lado, para desenvolvê-los, precisam de espaço para pensar, agir e implementar ideias e processos, ocorre que, de outro lado, as empresas continuam hierarquizadas (o tema não é um mal em si mesmo) e as chefias se comportam como “donas” das suas respectivas áreas.
Nessa estrutura, que precisa ser realimentada por talentos, os novos projetos são retidos pelas gerências, a abertura para críticas é restrita e os obstáculos espantam os talentos. A dona da demanda (muitas vezes as próprias gerências) não cria condições para que a solução apareça. Daí fica a sensação de limitações do ambiente externo, quando a erva daninha está plantada em nosso jardim.
Sem solucionar a cultura organizacional, tornando-a efetivemente participatia (o que não é facil), as empresas continuarão sofrendo por muitos anos, com impacto direto para a sustentabilidade do negócio.
O tema da fuga de talentos tem sido objeto de análise em pesquisas (já foi tratado aqui neste blog). Foi destaque entre as preocupações colocadas pelos participantes e palestrantes do CONARH 2011.
Talentos são fundamentais para resultados e para o desenvolvimento sustentável de qualquer organização. Se por um lado, para desenvolvê-los, precisam de espaço para pensar, agir e implementar ideias e processos, ocorre que, de outro lado, as empresas continuam hierarquizadas (o tema não é um mal em si mesmo) e as chefias se comportam como “donas” das suas respectivas áreas.
Nessa estrutura, que precisa ser realimentada por talentos, os novos projetos são retidos pelas gerências, a abertura para críticas é restrita e os obstáculos espantam os talentos. A dona da demanda (muitas vezes as próprias gerências) não cria condições para que a solução apareça. Daí fica a sensação de limitações do ambiente externo, quando a erva daninha está plantada em nosso jardim.
Sem solucionar a cultura organizacional, tornando-a efetivemente participatia (o que não é facil), as empresas continuarão sofrendo por muitos anos, com impacto direto para a sustentabilidade do negócio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário